O caso segue sob investigação.
Um ataque brutal ganhou grande repercussão e se tornou destaque nos principais portais de notícias do Brasil. Na última quinta-feira (23), uma jovem foi atacada com ácido em plena luz do dia na cidade de Jacarezinho, no interior do Paraná.
Na manhã seguinte, sexta-feira (24), a polícia deteve a mulher suspeita de jogar ácido em Isabelly Aparecida Ferreira Moro, de 23 anos. O ataque ocorreu enquanto a vítima saía da academia.
Isabelly foi socorrida por pedestres e levada para um hospital, onde foi internada em estado grave. A suspeita foi localizada após acionar a polícia, alegando estar sendo perseguida por quatro homens. Os policiais, achando a situação suspeita, a abordaram no pátio de um hotel por volta das 5h da manhã.
Questionada sobre a perseguição, a mulher não conseguiu fornecer uma explicação convincente. Ao ser interrogada sobre o ataque a Isabelly, ela confessou ter jogado o ácido por ciúmes do ex-companheiro. No entanto, de acordo com as autoridades, o ex-companheiro da suspeita está preso, o que acrescenta um elemento intrigante ao caso.
A Polícia Civil do Paraná continua investigando para esclarecer todos os detalhes do ataque. Na noite de quinta-feira, a polícia divulgou um vídeo que supostamente mostra a agressora. Nas imagens, a pessoa usava uma peruca e vestia roupas escuras que ocultavam quase todo o seu corpo.
O caso é um exemplo extremo de violência que reflete problemas sociais profundos, incluindo a possessividade e os ciúmes exacerbados que podem levar a atos de crueldade indescritível. A detenção da suspeita é um passo crucial para a justiça, mas também sublinha a necessidade de medidas preventivas mais eficazes e de apoio psicológico para lidar com os fatores que levam a tais crimes.
As autoridades continuam a trabalhar diligentemente para reunir mais provas e garantir que a responsável seja devidamente julgada. A população de Jacarezinho, ainda abalada pelo ataque, espera que a justiça seja feita e que ações sejam tomadas para prevenir futuros atos de violência tão bárbaros.